
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Mais perto do que se penza

terça-feira, 23 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
XL escreve

Daquele momento da leitura em que os olhos pulam do corpo e tomam outro rumo, vida própria. A gente paralisa a leitura, mas lê mais uma vez, e novamente, e em seguida com voz alta. Depois quer escrever, grudar na parede, recitar... Compreendi e descompreendi um pouco mais também. Mas quantas vezes? Quantas vezes somos capazes de amar sem contar e dizer? De forma anônima, silenciosa? E de que serve isso, se o que o homem mais precisa é de amor? E se o amor é justamente a coisa mais bela e sincera que pode existir na humanidade? E quantas balas, socos, bombas já não tivemos a vontade de atirar em lembranças e memórias?
Leia o texto na íntegra e muito mais coisas legais que a XL escreve, bem aqui, ó.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Vamo levando
Vi no Blog do Altino duas notícias interessantes: uma diz respeito à denúncia de maus tratos que mulheres brasileiras sofrem em prostíbulos de Cobija, na Bolívia, fato que levou o deputado federal Fernando Melo (PT-Acre) a largar seu projeto de tirar combustível de macaxeira para exigir rigor da embaixada boliviana na apuração das denúncias. Li também que o secretário estadual da Indústria, Comércio e Turismo, Cassiano Marques estará na Parada Gay de São Paulo, em camarote VIP, mas participa de evento paralelo. Bem... Pensei em comida. Bolei um versinho.
Home, não me diga!
Tu tá com arenga!
Verdade verdadeira?
Vala-me Senhor Jesus!
Cacá cas bibaMelo cas quengaEles ca macaxeiraNós cuscuz
Home, não me diga!
Tu tá com arenga!
Verdade verdadeira?
Vala-me Senhor Jesus!
Cacá cas bibaMelo cas quengaEles ca macaxeiraNós cuscuz
terça-feira, 2 de junho de 2009
Drumond
Satânico é meu pensamento a teu respeito, e ardente é o meu desejo
de apertar-te em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo
que me fizeste ontem. A noite era quente e calma e eu estava em minha
cama, quando, sorrateiramente, te aproximaste. Encostaste o teu corpo
sem roupa no meu corpo nu, sem o mínimo pudor! Percebendo minha
aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem
escrúpulos. Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci. Hoje quando
aparente indiferença, aconchegaste-te a mim e mordeste-me sem
escrúpulos. Até nos mais íntimos lugares. Eu adormeci. Hoje quando
acordei, procurei-te numa ânsia ardente, mas em vão. Deixaste em meu
corpo e no lençol provas irrefutáveis do que entre nós ocorreu
durante a noite. Esta noite recolho-me mais cedo, para na mesma cama te
esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez e força. Quero te
apertar com todas as forças de minhas mãos. Só descansarei quando vir
sair o sangue quente do seu corpo. Só assim, livrar-me-ei de ti,
pernilongo Filho da Puta!
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