segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Zorra Total

Comentário sobre o vestibular UFAC 2009
João Bosco de Sousa*

Copiar questões de outros vestibulares não é uma prática recente em vestibulares da UFAC. Acompanho o exame desde 1988 e, ano após ano, encontram-se questões que, quando não são cópias fidedignas das originais, são maquiagens grosseiras, às vezes contendo até erros de português.

A prova de Língua Portuguesa é um "espetáculo" à parte. A do vestibular de julho deste ano é um libelo da incompetência reinante entre os professores que se recusam a reconhecer suas limitações técnicas para elaborar itens com as características exigidas por uma avaliação de nível médio, como o vestibular. Das 15 questões que compuseram a prova, 12 são comprovadamente copiadas, a saber:
- vestibular da FUVEST-SP (1997): questão 17;
- vestibular da FUVEST-SP (1998): questão 14;
- vestibular da FUVEST-SP (1999): questões 11, 12, 13, 15, 16, 21 e 22;
- vestibular do ITA-SP (1991): questão 20;
- vestibular da UM-SP (1994): questão 23;
- vestibular da PUC-RS (1993): questão 24.

Há um detalhe interessante relativo à questão 24, copiada da PUC-RS. O professor "autor" prejudicou muitos vestibulandos, pois divulgou uma resposta errada e manteve-a até o final do processo seletivo. Estranhamente a Copeve não colocou as provas à disposição no site da UFAC, divulgou apenas o gabarito.

Neste último vestibular, realizado em 14 e 15 de dezembro, o procedimento do plágio foi novamente utilizado, mas chega a ser um "detalhe" comparado a problemas de natureza teórica. Na prova de Língua Portuguesa, há três questões cujas respostas divulgadas pela banca examinadora não se sustentam. A questão 24, por exemplo, é uma agressão incomensurável à inteligência de discentes e docentes e, sobretudo, aos compêndios literários. O enunciado pede ao aluno que aponte, entre cinco afirmações, aquela que não pode ser feita sobre o livro "O empate", de Florentina Esteves. Entre as quatro afirmações que não servem como resposta — mas que são verdadeiras, segundo o raciocínio aplicado no enunciado —, encontra-se esta: "... o romance 'O empate' (...) apresenta a mulher indígena como personagem nunca antes valorizada nas narrativas de autoria masculina". Em outras palavras: Florentina Esteves superou — nada mais, nada menos! — José de Alencar, para ficarmos apenas na menção de um autor mais conhecido, de um autor “menor” do espectro literário brasileiro.

Em vestibulares sérios, após a aplicação das provas os professores que elaboram as questões apresentam as respectivas respostas com comentários, justificativas. É um procedimento elementar: se o professor propõe um item avaliativo aos alunos, espera-se que ele saiba resolvê-lo e fundamente sua resposta. No vestibular da UFAC, os "autores" dos itens sentem-se agredidos quando se faz qualquer questionamento, mas são incapazes de redigir um fundamento teórico justificando o que propuseram como avaliação. O dom da infalibilidade lhes toma o corpo até a medula óssea. Oxalá o episódio de agora torne esses “autores” seres menos divinos, mais próximos de nossa falível natureza humana!

Sua Magnificência, Olinda Batista, tem uma oportunidade ímpar de promover ações há muito necessárias ao aprimoramento do vestibular da UFAC. Essas ações não compreendem apenas aspectos relativos à organização e infra-estrutura. A mais urgente, revelada pelo episódio do plágio de questões, é justamente aquela que muitos não percebem: definir ao menos um esboço mínimo do perfil de aluno que a instituição deseja receber em seus cursos. Esse perfil é essencial quando a universidade discute, por exemplo, as diretrizes para a melhoria da qualidade de ensino.

Nesse sentido, é importante a reitoria não se deixar embevecer pelo clima moralizante instaurado após a divulgação das irregularidades. Visando à elaboração de questões inéditas, sem a devida reflexão corre-se o risco da ressurreição de mentalidades jurássicas que já reinaram em vestibulares da UFAC e, qualitativamente, em nada contribuíram. Tome-se como exemplo o exame de 1997. Após fraude grosseira que culminou com a anulação total do processo seletivo, novas provas foram elaboradas. É bem verdade que a maioria das questões já não primava pela qualidade e a escassa qualidade existente já era fruto de plágio, mas, no geral, as novas provas conseguiram piorar o que já era ruim. Em uma das questões de Língua Portuguesa, pediu-se aos vestibulandos que apontassem o plural da palavra “ancião”, segundo a norma gramatical. Três são as formas de plural registradas em português: “anciãos”, “anciães” e “anciões”. Como podemos observar, esse tipo de questão exige do vestibulando uma habilidade tão rebuscada, tão sofisticada quanto “analisar o caráter sistêmico da menstruação das baratas” e “compreender a importância da influência da décima sétima lua de Júpiter no ciclo menstrual das formigas-saúvas africanas”. Esse tipo de questão “inédita” revela-nos pelo menos três problemas comprometedores: 1) o elaborador desconhece o teor dos Parâmetros Curriculares Nacionais, documento oficial que fundamenta o currículo do ensino médio brasileiro. O que significa dizer que ele desconhece a realidade do público ao qual se destina a avaliação; 2) o elaborador não domina os rudimentos básicos que norteiam a formulação de um item avaliativo; 3) o elaborador age de má-fé, uma vez que, sendo sabedor de sua inabilidade técnica para executar a tarefa que lhe foi incumbida, aceita-a prontamente como se fora capaz de realizá-la, desprezando de maneira irresponsável o fato de prejudicar a trajetória de muitos estudantes.

É importante, também, que a reitoria da UFAC revele o nome dos professores-copistas e responsabilize-os de fato. A julgar pelas últimas declarações do presidente da Copeve, o velho corporativismo que corrói a estrutura da instituição já começa a dar as caras. Em entrevista a um periódico local, o atabalhoado dirigente disse que “o plágio pode ter ocorrido por falta de tempo dos professores para elaborar questões inéditas”. A declaração é um acinte. Falta aos eminentes professores tempo para elaborar itens inéditos, mas não lhes faltam tempo e disposição para receber a remuneração por algo que não fizeram. O decadente programa “Zorra Total” é uma revolução humorística sem precedentes, comparado a uma pérola dessas.

*João Bosco de Sousa é professor de Língua Portuguesa da rede estadual de ensino

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Férias

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Eu acho é graça!

STF nega suspensão de inscrição do Estado em Cadastros de Inadimplentes da União

O Acre não conseguiu suspender a inscrição do estado no sistema Siaf/Cauc/Cadin (Cadastro de Inadimplentes da União), anotada em razão de dívidas do Tribunal de Contas estadual relativas a Imposto de Renda. A decisão liminar foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Alberto Menezes Direito, e impede temporariamente o Acre de obter um empréstimo de US$ 120 milhões com o Banco Mundial (Bird). Leia tudo no blog do Altino

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Paçoca



Arrogância

Só pode ser anedota, mas o diálogo abaixo é tido como verídico e teria sido travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

Os americanos começaram na maior educação:
- Favor alterar seu curso 15 graus ao norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam em cima da bucha:

- Recomendo mudar o “seu” curso 15 graus ao sul.

Aí o americano emputeceu:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o “SEU” curso!

Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual!

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO!!

E o canadense respondeu:

- Aqui é um farol, câmbio!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sistema de cotas

Beneilton escreve

Eu te odeio, vírgula!

Beneilton Damasceno *

Nesses vinte e um anos de ofício como revisor de textos, uma infinidade de episódios já desfilou perante este par de olhos comprometidos pelo cansaço da leitura cotidiana. De verdadeiras obras-primas, peças literárias capazes de causar inveja a oradores como Cícero, a manifestações de extrema crueldade contra a língua materna, de tudo este amigo já provou.

Inveja dos bons, indignação, surpresa, cólera (de raiva mesmo), desespero são alguns dos sentimentos experimentados em duas décadas de uma profissão que não consegue estimular concorrentes, não por competência deste que vos fala, mas porque a rotina de revisor produz reações adversas que afugentam o mais saudável dos candidatos: gastrite, hipertensão, ansiedade, enxaqueca, impotência (incapacidade de modificar as coisas, certo?), falta de amor-próprio...

Mas esses benditos efeitos colaterais seriam facilmente atenuados não fosse a existência de um singelo sinal gráfico criado especialmente para confundir quem se habilita a escrever e ler. O nome desse inimigo mortal da humanidade, que pertence ao sexo feminino, chama-se “vírgula”. Ela jamais escondeu sua aversão aos que passam a vida a lhe puxar o saco, no interesse de agradá-la encaixando-a onde não cabe ou omitindo-a do lugar no qual deveria estar.

Professores, jornalistas, revisores, escritores, blogueiros, autodidatas, advogados (esta categoria merece um estudo à parte), autônomos e alfabetizandos, para não mencionar todos os pecadores do planeta Terra, há muito jogaram a toalha ao reconhecer a falta de afinidade com algo a princípio tão insignificante, mas poderoso o bastante para tornar a mensagem escamoteada ou ininteligível, fato que torna inócua a comunicação entre os racionais.

Aqui ou ali, pessoas inconformadas perguntam se a gramática não registra alguns “macetes” para o uso correto da vírgula. Na verdade, procura-se regra para todos os “males”, como se a manifestação escrita fosse uma eterna refém das noções de etiqueta impingidas pelo high society. Não, companheiros, não existem normas para o emprego da vírgula. Infelizmente! Os manuais apresentam algumas noções que podem orientar quem redige a adequar na escrita a entonação da voz. E pára por aí. A solução, portanto, é a leitura - de boas obras, bons jornais, boas revistas. O que tem demonstrado ser tarefa dolorosa para a maioria das pessoas.

Escrever um livro hoje é café pequeno. Qualquer cidadão rabisca um monte de palavras no Word da maneira que lhe der na telha, e pronto: vira logo escritor. Algo parecido se dá com essa profusão de assessores de comunicação do prefeito fulano, do doutor beltrano, do deputado sicrano. Empurram releases para as redações de jornais com todos os vícios de linguagem a que têm direito. E “capricham” na vírgula, que se vinga deles. E aí sobra para o revisor, que sempre é lembrado quando a anomalia cai no juízo popular. A salvação é que, ao contrário do árbitro de futebol, sua genealogia pelo menos é preservada.

Considerações finais: este revisor, que pelo modo como se comporta dá sinais de ser um sujeito completamente recalcado, aproveita o espaço e pede desculpas ao leitor se, nas entrelinhas, deixou escapar nomes, atitude que afronta a ética e o respeito ao próximo. É que a vírgula é isso, amigo: ela tem o poder de tirar do sério até os que sempre provam estar a seu favor, mesmo contra a vontade.

Portanto (vírgula) eu te odeio (vírgula) vírgula!


* Jornalista

Consciência negra

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Heliporto

Nesta semana o governo estadual assinará um contrato com a Helibras, no valor de R$ 7,9 milhões, para aquisição de seu primeiro helicóptero. A compra deixou o governo do PT vulnerável às críticas da oposição, pois acontece menos de dois anos após o engenheiro florestal Jorge Viana ter deixado o governo do Acre e assumido a presidência do Conselho de Administração da Helibras, maior montadora de helicópteros da América do Sul. Saiba mais no blog do Altino

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Família de morte

Francisca Vanderlei Martins, 38, mulher do fazendeiro Darly Alves da Silva, 74, foi assassinada na manhã de domingo com um tiro de espingarda, na nuca, enquanto repousava numa rede na varanda da casa, na fazenda Paraná, na BR-317, a 25 Km de Xapuri. José Góes Neto da Silva (foto), 18, filho de Darly, é acusado pelo pai como principal suspeito do crime.

Em 1990, o fazendeiro foi condenado junto com o filho dele, Darci Alves Pereira, a 19 anos de prisão, por ter mandado Darci assassinar com um tiro de espingarda o líder sindical e ecologista Chico Mendes, na noite de 22 de dezembro de 1988, em Xapuri.

A tragédia agora interrompeu a aparente tranquilidade da prisão domiciliar que o fazendeiro vem cumprindo por causa de uma decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre. Baseados em laudo da Junta Médica Oficial do Estado, os advogados do fazendeiro conseguiram convencer os desembargadores que Darly sofre de graves problemas de saúde - úlcera, visão deficiente, problemas pulmonares e intestinais. Leia mais no Blog da Amazônia

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bom Martini

Segundo o site Wikipedia, o martini, também chamado dry martini, é um coquetel feito com gim e vermute seco. O martini é um ícone popular, sendo conhecido como o "rei dos cocktails".

José Guilherme Martini é fotógrafo brasileiro, especializado em retratar cavalos. Veja mais aqui

Este é o trabalho de um grande designer 3D brasileiro, Fausto Martini. Veja mais em seu site

E esse é o Martini, que não tem nada a ver com os outros aí de cima, mas tem sido um porre pra muito "puro-sangue" do Acre e deixado outro tanto cheio de caraminholas na cabeça. A foto é do site Ecos da Notícia onde você pode saber mais sobre o Caso Abib Cury

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A viagem do Fé

Morreu às 10h da manhã deste domingo, dia 9, aos 59 anos de idade o jornalista Pheyndews Evangelista de Carvalho, conhecido popularmente como “Fé em Deus”. Ele sofria de inflamação aguda do pâncreas e estava internado no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco, desde sábado, quando foi acometido de uma forte crise. Uma súbita arritmia cardíaca interrompeu a sua vida e gerou uma saudade sem tamanho na gente. O Fé foi um grande amigo, trabalhamos juntos em duas oportunidades o que firmou nossa amizade para sempre. Altamente inteligente e espirituoso, o velho Pheyndews por suas inúmeras aventuras empreendedoras como uma fábrica de brinquedos de jardins, feitos de madeira e sua entrega de lanches em domicílio chamada NhacDonalds (que nunca saiu do papel) chegou a ser chamado de Professor Pardal do Acre quando lançou até foguete em uma dessas experiências. Ê saudade Pheyndews. Mais

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O agente

Deputado Nilson Mourão (PT-AC) lidera comitiva brasileira de observadores políticos das eleições nos EUA. Leia aqui

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Religiosamente

O governo do Acre firmou convênio de R$ 30 mil com a igreja Assembléia de Deus de Cruzeiro do Sul, para obras assistenciais e culturais naquele município. O governador Binho Marques e o pastor Carlos Alberto Santos assinaram os papéis no último dia 16. Ruim é se a ruma de agremiações religiosas, que prolifera em cada esquina, clareira e pau que faça sombra do estado resolver pegar um baba dessa também. Leia mais

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Uma nova ponte

É semana que vem!

A Mostra de Vídeos de Silvio Margarido acontece de 27 a 31 de outubro de 2008, às 20 horas, no auditório da Biblioteca da Floresta Marina Silva. Tem também a avant première do mais novo filme do videomaker acreano, Marta, a morta, que fala daquela lenda urbana sobre uma mulher de branco que aparece na Curva do Tucumã e assombra os motoristas desavisados. No coquetel, performances com os atores Ivan de Castela e Roberta Marisa, que estrelam a película. Margarido "tá com tudo e não está prosa" e já prepara a produção do Doc TV para breve. Dá-lhe Negão!

E o salário, ó!


segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Brujo Callori e o fuso

Festa do Cabide

Paletó no cabide


Albatroz

Albatroz - 2º Lugar no FAMP 1993 (Festival Acreano de Música Popular)

Albatroz
É um amante do céu
Segue a vela triste

Albatroz
É preciso ir embora
Pra sentir saudade

Essa terra é longa
Esta vida é velha
Este mar é novo

Era um mar de luzes
Me afogando nos olhos
Me queimando a carne branca

Nem a vida,
Nem a morte
Vão me tirar deste sonho

Sou cantiga
Nos braços do vento

Arriba vela branca
e triste

Que é preciso ir embora
Pra sentir saudade

Referendo


E vem aí um referendo para saber se o povo do Acre aceita seu novo fuso horário. A pergunta popular deveria ter sido feita antes do senador Tião Viana impor o novo fuso goela abaixo dos acreanos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Biítos

Se você ainda não tem candidato a vereador nesta eleição, veja agora uma pequena lista que encontrei no site do José Simão. Vai encarar?

Brujo Callori

O ser humano sempre quis saber sobre o futuro e por conta deste querer, alguns profetas e falsos profetas surgiram no decorrer do tempo. Depois de Friale, o previsor de friagem do jornal A Gazeta (Rio Branco-Acre), aparece por essas plagas um certo Callori, que prevê tudo, de catástrofes político-eleitorais a problemas conjugais. Ele ainda é um mistério. Ninguém aqui o conheceu pessoalmente, a não ser pelo e-mail brujo.callori@gmail.com . Fato é que tem acertado, segundo informações obtidas pela web. Enquanto Friale dizia que esta onda de calor era prenúncio de friagem, Callori disse que hoje choveria. Esta chovendo! Callori acertou.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Prefeita perfeita

MICARLA DE SOUZA - Natal - RN

MARIA DO ROSÁRIO - Porto Alegre - RS

MANUELA D'AVILA - Porto Alegre - RS

LUIZIANE LINS - Fortaleza - CE

LUCIANA GENRO - Porto Alegre - RS

KELLY MORAES - Santa Cruz do Sul- RS

ANGELA ALBINO - Florianópolis - SC

Rio Branco-Acre faz parte das nove capitais brasileiras que não têm mulheres concorrendo ao cargo de prefeita. Já o Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de candidatas, só a capital, Porto Alegre, tem três na disputa. Pensando nisso, resolvi ver em qual das candidatas do país eu votaria, não por seus projetos, ou partidos, ou ideologias, não. Pela beleza de cada uma. Escolhi sete das mais abunitadas. Veja os retratos e vote.