quinta-feira, 12 de junho de 2008

De novo! 2

De novo! 1


sexta-feira, 6 de junho de 2008

Ver pra crer

Enquanto isso, tem um monte de gente querendo ver índio invisível. E vamo que vamo raça brasileira!

Tu-tu-tu-tu...

- Oi! Tim? Tá vivo?
- Claro!

Sinal de vida

Usuários da empresa Vivo de celulares andam invocados com o serviço em Rio Branco-Acre. A falta de comunicação é total. Negrada não consegue conversar e a empresa nem liga pra dar satisfação.

Brabo Tour

Desde o assassinato do seringueiro Chico Mendes, há 20 anos, uma notícia do Acre não gerava tamanha repercussão na mídia internacional. Porém, desta vez as fotos e as histórias dos "índios invisíveis" e do sertanista José Carlos dos Reis Meirelles Júnior ecoaram mais distante por causa da internet através de matéria do jornalista Altino Machado. Leia

terça-feira, 20 de maio de 2008

Abecedeira

abecedético
atorgomado
alberguirando
atrevizango

barangadando
bolangotango
bragapirético
brigatinado

catandorrango
calanguermético
carlicinado
claracriando

dedismedrado
doidinalando
dedodesango
dadasimétrico

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Toque de celular

Tem cada toque de celular. Outro dia ouvi um tão estranho que me assustei. O aparelho fazia trimmmm-trimmmm!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O futuro é aqui e agora

E diz que, daqui a 4 meses ninguém mais vai ver carro atolado no rumo de Porto Walter-Acre porque o governo vai construir um aeródromo. E os carros vão voar, é? Não me pergunte, deu no blog do Altino.

terça-feira, 29 de abril de 2008

terça-feira, 22 de abril de 2008

PF no feijão do 33

A Polícia Federal acabou com a Feijoada do PMN, no domingo passado. A batida ocorreu através de denúncia de suposto crime eleitoral contra o deputado Sérgio Petecão.
Segundo os "dedo-duros", Petecão estaria, a pretexto de festejar o aniversário do Partido da Mobilização Nacional, do qual faz parte, queixando o pessoal que se encontrava no regabofe pra votar nele no próximo pleito. Não deu outra, a PF foi atrás do feijão.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

007 em Antofagasta


Mais uma vez a cultura européia, mais especificamente britânica, via cinema, atropela a história e mete o dedo em feridas abertas e outras pseudo-cicatrizadas da América Latina.
O novo filme do agente secreto 007 está causando uma tempestade tão grande no deserto de Atacama, no Chile, que foi respingar tsunami do mar perdido da Bolívia nas plantações de coca do Evo Morales.
No roteiro, o agente da rainha, com sua licença para matar, mete bala e porrada na história local e cutuca cocaleiro com vara curta. Tomou o chá das cinco com folha errada.
O roteiro blockbuster deixaria o jornalista, escritor e pai do Bondinho, Sir Ian Flemming ruborizado de vergonha. Diz ali, que Antofagasta (Pense num nome arrombado!), região litorânea tomada pelo Chile, durante a guerra do Pacífico, lá pelo final dos anos 1800, ainda pertenceria à Bolívia.
Além de colocar patrícios como traficantes de cocaína, o que não é de todo uma mentira, ainda foram bulir naquilo que mais frustra os descendentes de Abaroa, herói nacional boliviano, que peitou os chilenos na guerra pelo direito a ter um pedacinho de mar. Leia mais.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Teatro do bom

Dica pra quem está no Rio de Janeiro:
O espetáculo conta com o talento da atriz acreana Carmem Zanatta Kawahara.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Carta para Elenira Mendes

O Diário Oficial do Acre passa a circular a partir de hoje com este selo alusivo aos 20 anos da morte de Chico Mendes
Cara Elenira, o Chico que as pessoas denigrem e que você defende, não é o seu pai amoroso que acordava às três da manhã, tomava uma caneca de café, acompanhado de um belo naco de cuscuz e uma tapioca quentinha, carinhosamente preparados por sua mãe e saía, poronga na cabeça, estrada de seringa a dentro em busca daquelas coisas que todo mundo sonha.
Não, eles não se referem ao pai cuidadoso que te contava histórias e te ensinava coisas que só os pais sabem que são boas para os filhos.
Eles atacam é ao Chico Mendes, o guerreiro peito aberto, armado apenas com a língua, poderosa arma dos que querem transformar as coisas, mas que não é páreo para um projétil calibre doze no peito vulnerável.
Mahatma da Amazônia, que como este, silenciado à força e transformado em mito, como se sendo mito, pudesse ser silenciado.
Como se palavras em diminutivo pudessem mesmo diminuir o que representa o Chico Mendes, a força deste nome e do que só poderia ter acontecido se ele, o mito, não tivesse sido forjado a bala e derramado o sangue daquele seringueiro que tombou sobre seus pequenos braços.

“Triste do povo que precisa de heróis” Bertolt Brecht

Para entender o motivo da carta, vá no Blog do Altino