quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Prefeita perfeita

MICARLA DE SOUZA - Natal - RN

MARIA DO ROSÁRIO - Porto Alegre - RS

MANUELA D'AVILA - Porto Alegre - RS

LUIZIANE LINS - Fortaleza - CE

LUCIANA GENRO - Porto Alegre - RS

KELLY MORAES - Santa Cruz do Sul- RS

ANGELA ALBINO - Florianópolis - SC

Rio Branco-Acre faz parte das nove capitais brasileiras que não têm mulheres concorrendo ao cargo de prefeita. Já o Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de candidatas, só a capital, Porto Alegre, tem três na disputa. Pensando nisso, resolvi ver em qual das candidatas do país eu votaria, não por seus projetos, ou partidos, ou ideologias, não. Pela beleza de cada uma. Escolhi sete das mais abunitadas. Veja os retratos e vote.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Crônica bigodiana

O bar dos xaropes
Cleber Borges

Perambulando pelo labirinto da minha consciência, dissertando acerca de temas que afligem a humanidade, subitamente surgiu a vontade de discorrer sobre minhas idiossincrasias, ou melhor, sobre o lugar-comum que freqüento, não sei se, esporádica ou habitualmente: o Bar do Bigode.
O paradoxo é que apesar de meus amigos chamá-lo também de le moustache, nem bigode ele ostenta mais. Só sei que o lugar é ímpar. Parece até que há um certo magnetismo, pelo menos para a macharada que anda por lá.
O point da Travessa Júlio César, na Cerâmica, não remete a nenhum coliseu romano, mas a um pequeno espaço que congrega, eu diria, o mais eclético refúgio dos notívagos acreanos. Lá freqüenta de um tudo! De “adevogados” a jornalistas, de empresários a fazendeiros, de funcionários públicos a intelectuais, de playboys do seringal a professores. Nunca vi um policial naquelas imediações, mas sei que, de vez em quando, aparece na área o Delegado e um tal de Major.
O Bar do Bigode é singular, mas seus freqüentadores ou andam no plural ou no diminutivo. Cê quer ver? É o Manelzinho, Caladinho, Sapatinho...
Lá, como na maioria das tribunas ou consultórios psiquiátricos do mundo, se busca resolver problemas existenciais de cada um e da humanidade. Por isso, o lugar é salutar! Presença feminina? Nem pensar! Só daquelas que são muito bem resolvidas ou têm peito e audácia suficientes para desfilar em frente daquele batalhão.
Mas, quando elas passam, o respeito é tamanho que as mais belas são aplaudidas e, detalhe: de pé! É o supra-sumo da reverência! Não diria que é civilidade exacerbada, mas escassez mesmo e idolatria pelo sexo feminino, principalmente depois do terceiro copo.
Lá, a gente discute sexualidade, moralidade, a Lei Seca, a Lei Maria da Penha e, ultimamente, uma tal que foi criada em 1941 e que até hoje continua proibindo venda de bebidas a bêbados. Essa tem sido nosso mote preferido para encher a paciência do Bigode, um verdadeiro lorde que, depois das onze esquece a diplomacia e expulsa todos daquela adorável esquina, seja rico, pobre, preto, bonito ou feio.
Aliás, para o Bigode todos são iguais e “xaropes”. É por isso que nós o amamos tanto. Saiba que, para entrar no seleto clube é preciso passar por uma triagem mais apurada que a do Iapen. Mas, se você estiver afinado e disposto a ver o mundo do melhor prisma destas plagas é só tentar. Resta saber se será admitido.
Como diria o professor Bosco, lá você pode viajar por todo o arco-íris ideológico da sociedade cristã-racional civilizada, baseado na lógica cartesiana. Mas, contrapondo-se ao diletantismo do professor, o Adal, outro "xarope" freqüentador do Bigode, diz que tudo isso não passa de pura “canecagem”.

Jornalista e xarope

Propaganda eleitoral

Cotidiacre

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

É parada!

E o pau começou na campanha pela prefeitura de Rio Branco-Acre. Um candidato diz que o prefeito fez parada de ônibus por 17 mil reais. Prefeito diz que foi mais baratinha. Custou "só" 12 mil. E olha, que as paradas são feitas de madeira, matéria prima abundante no estado. Pergunta do cartunista e prestador de atenção: Onde vão parar as toneladas de madeira ilegal apreendidas pelo Ibama? Bem que poderiam ser usadas para baratear muito mais a construção dessas obras, né não?

Procura-se vice

Campanha sem prezepada, não é campanha. Essa é em Rio Branco-Acre. Se você tiver alguma foto, santinho, jingle, vídeo ou proposta esdrúxula de candidato abirobado, envie que a gente publica.

American crash

Quebradeira americana? Deixa de brincadeira, vai! Leia

Pega-pra-capar na fronteria

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Bolivia em pé de guerra II

Bolívia em pé de guerra

Conflitos na Bolívia já registram várias mortes. Segundo o site O Alto Acre, sete corpos deram entrada no hospital de Cobija, cidade boliviana que faz fronteira com o Brasil.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

ISO é Xapuri

Fábrica de camisinhas de Xapuri-Acre, a NATEX, ainda não produz em escala comercial, mas ganhou certificação ISO 9001:2000, por exigência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o secretário extraordinário de Gestão Governamental, Fábio Vaz, o desafio da fábrica de Xapuri é entregar 100 milhões de preservativos ao Ministério da Saúde e baixar o custo do produto para tornar a NATEX apta para competir no mercado. O que podemos dizer é que vai ser foda! Leia mais

Manutenção

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Tião Maia escreve

É o passado que sempre vem


Entre meus muitos e diversos defeitos, eis um imperdoável: a repetição de histórias contadas tantas vezes. Chato para todos: para quem ouve e para quem as contas, eu no caso. Não sei o que é. Pode ser um sintoma de perda de memória ou simplesmente falta de novas histórias, do que, aliás, duvido. Afinal, com tantos anos de estrada, sempre entre o medo e a coragem de andar no fio da navalha que é viver entre a lucidez e a loucura, entre o clero e os desafortunados, entre deistas e incréus, entre palhaços e gente sem graça alguma, entre procissão e carnaval, enfim, entre o bem e o mal – cuja definição de um e outro, a propósito, está cada vez parecida, quase igual mesmo, com tanta confusão em torno da gente, repetir fatos pode ser mesmo um caso patológico a merecer atenção de quem entende do assunto.

Ou talvez não. A Laurinha, o amor mais belo da vida perigosa que se agregou à minha carcaça, quando morávamos em Brasília, quando ela aprendia as balbuciar as primeiras palavras, botou na cabeça que sabia cantar. E aprendera uma única música, "Aquarela", do Toquinho. A música era a trilha de um comercial da Faber Castel e estava a toda hora na TV. Quando eu ou a mãe dela pedíamos que cantasse, embora soubesse apenas daquela única música, Laurinha saía-se com a pergunta:

-Tal? Atela? – indagava, nos tempos em que ainda trocava o "q" pelo "t".E soltava a taquara rachada que parece habitar a garganta de todos os desafinados, as crianças incluídas. Sempre a mesma música, a única que ela achava que sabia. Só neste caso, registre-se, a repetição não era chata.

Mas acho que agora tenho coisas novas para contar. A principal delas, veja só, é que o mundo e nós todos continuamos os mesmos, como nossos pais, como bem lembrou um poeta cearense. E é isso o que nos fez chegar até aqui. O novo, que outro poeta disse sempre vir, de fato vem – mas sempre com sua carga de passado. Assim caminha a humanidade. Para um futuro já decifrado. Toda história recente conta o tempo dos nossos antepassados. A maior revolução de todos os tempos, essa da globalização, do telefone celular com múltiplas funções, não tem nada de revolucionário. No passado, os sinais de fumaça não surtiam os mesmos efeitos? E com a vantagem de que não podiam ser grampeados...

Tudo, portanto, é uma questão de adaptação. O sentimento mais nobre do ser humano depois do amor, é a esperança. Que de tão velha, dizem, é a última a morrer – mas morre!, diria o chargista Braga, com seu pessimismo de plantão. E então, como viver sem o novo? Simples: fingir que esse negócio de futuro e presente nada mais são que uma marca, algo como um produto na prateleira dos supermercados, um sabonete por exemplo. O que seria do comércio sem o calendário? O que seria da vida em sociedade sem a lembrança do aniversário dos parentes e amigos e da pessoa amada? Uma tragédia, com certeza, o que me reforça a idéia de que o registro do aniversário de alguém é a certeza de que a ligação da humanidade é de fato com o passado e não com o futuro. Que, aliás, deve ser uma chatice porque repetido tantas vezes não tem nada de novo.

Talvez a grande novidade seja esta: resistimos. Como massa de bolo – que quanto mais apanha mais cresce, viemos até aqui para dizer: o passado está à espreita e, portanto, é preciso reprisar tantas histórias. Só assim poderemos não esquecer que algumas histórias de nossa espécie não podem ser esquecidas nunca, jamais – para que não se repitam!


Observação do Braga:
Eu não sou pessimista, abestado!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Terremoto

Um terremoto de 6.3 na Escala Richter foi sentido em Rio Branco, a capital do Acre. Leia mais

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Cada uma!

Os candidatos deste pleito estão muito criativos. Sérgio Petecão, candidato a prefeito de Rio Branco-Acre, para incrementar mais a sua campanha, resolveu dormir na casa dos eleitores. Tadim do eleitor, que vai ter que arrumar uma cama com uma baita cabeceira pro candidato e uma rede daquelas de retrovisor interno de caminhoneiro, para seu cabo eleitoral, o artista Montana.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Nova hora da Poronga

Bole, remexe, sacoleja, adianta relógio, atrasa ponteiro... Mas o acreano se adapta, sempre dá um jeito de caminhar nessa estrada seringueira.

Não temos água!

E o posto de combustíveis em Rio Branco-Acre, que tem uma puta boate cinco estrelas no telhado? Ouviu falar, não? Marrapaiz, tá bombando! Lá vende de um tudo. Gasolina, gás butano, fósforos, isqueiros, cigarros, etanol, querosene, whisky, cachaça... enfim, uma variedade enorme de coisa que pega fogo. Água, não! Água lá, só se for com gás.

terça-feira, 22 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Tõe Klemer, mui amigo!

Antonio Klemer é o que está de pé

Meu chapa Antônio Klemer, humorista do Show do Tom, da TV Record, soube que fui assaltado "isturdia", em Rio Branco e lá do Rio de Janeiro escreveu esse manifesto muito engraçado publicado no site do Sinjac. Brigado Klemer, mui amigo.

Pochete também é notícia

Antônio Klemer*

Jornalista é bicho metido a besta, mas há uns mais azarados do que outros. A maioria, no entanto, é gente criativa e bem humorada, a não ser- lógico! – no Dia do Pagamento. Ainda assim, esse é o único profissional que ri das próprias mazelas, que se abre dos seus erros.
Não dá pra rir de um erro médico, por exemplo. Do jornalista, dá pra rir de tudo, inclusive da escolha pela profissão. Irré- ré!!
E, ainda por cima, há os jornalistas que investem mal o seu salário.
Vejamos o exemplo de F. Braga.
Chargista, cearense radicalizado no Acre, outro dia fez piada com a pisa que levou no Canal da Maternidade.
Lugar em que se desfila com toda a pompa e circunstância que o acreano merece, o Canal é símbolo de status. Afinal, ali se estaciona a picape, se desfilam os tênis e moletons chiques no úrtimo. E, pasmem!, desfilam-se as ....pochetes.
Não se recomenda, mas elas passeiam faceiras, debaixo do bucho caído de...jornalista.
Pelo menos desfilavam até semana passada, quando F. Braga foi açoitado, diz-se- que, por um par de catrepeiros. Diz-se- que porque há controvérsia, infame, por sinal, de que Braguinha teria sido, na verdade, sabugado pelo dono do boteco onde bebe fiado. Mas eu não vou espalhar uma notícia dessas, sem prova!
Fagueiro como as tardes na Gameleira, o dito cujo adentrou aos escaninhos do Canal portando uma...(Vôte!)... pochete, quando os meliantes o abordaram: - Passa o redondo! Disseram, levando de cara o relógio Seiko da vítima. A pochete foi de troco. Braguinha lutou pra não entregar o Seiko, por isso lhe sobreveio a surra.
Braguinha saiu do Rio de Janeiro pra ser assaltado e açoitado no Canal da Maternidade, o que me faz pensar em como deve ser difícil morar numa cidade tão violenta, onde uma pessoa não tem direito a...andar de pochete.
Não se deveria brincar com as questões de gênero, mas Braguinha, segundo o Diretor do Página 20, Elson Dantas, deixou os marginais cheios de mondrongos pelo corpo, tacando, primeiro, o queixo na mão de um, depois a cabeça no pé de outro, e azunhou a ambos.
A ocorrência foi registrada num B.O singular: " a vítima, portando uma pochete à altura do imbigo etc".
Braguinha engoliu o chiclete, perdeu a pochete, o caso saiu na Internet e ele ainda recebeu um aviso da bandidagem: - Te mete!
Na minha terra cabra macho usa jamaxí, caçuá, bisaco, bornal. Pochete? Sei não,hein...

ANTÔNIO KLEMER é jornalista e prezepeiro

Vote sem medo

Eles vêm em rumas

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Oposição

Eles voltaram!

Não tem jeito. Eles estão de volta. A cada dois anos de silêncio e total anonimato, eles reaparecem para tomar parte da sua programação no rádio e na tv, te abraçar em praça pública, te chamar de lindo e dizer que, se depender deles, todos os seus problemas acabaram. Com vocês, mais uma vez os candidatos! Aja saco!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sete anos no Créu!

A ex-refém das Farc, Ingrid Betancourt declarou em entrevista ao jornal colombiano El Tiempo que ouvia rádios brasileiras durante cativeiro na selva amazônica. É muita tortura né, não? Sete anos escutando o Calypso da Joelma e o Bonde do Créu, sem falar na Voz do Brasil?! Argh! Fonte Época

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Decadence avec (des) elegance


É mesmo um "fenômeno". Saiba mais

Abordagem

Ligue já!

A foto é do Blog o Altino

É candidato? Tem esquema?
Quer ganhar?
Seu pessoal não se move?

Nada tema! Nada tema!
É só gritar:
Carioca, resolve!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Tudo por dinheiro

O secretário estadual de Comunicação Jorge Henrique Bezerra Nogueira de Queiroz e o cineasta Maurice Capovilla viveram momentos de pânico no final da tarde de ontem no centro de Rio Branco, quando entraram numa casa lotérica para tentar a sorte no prêmio acumulado de R$ 23 milhões da Mega-Sena.

Jorge Henrique contou que "demorou a cair a ficha" quando os dois menores anunciaram o assalto.
- Deu um branco total. Eles aparentavam estar muito drogados e eu só consegui começar a rezar quando sairam.
Quando o secretário decidiu entrar na casa lotérica, ouviu do cineasta que este já estava com 72 anos e nunca fora sorteado em nada. Após o pânico, Capovilla telefonou para saber como estava o amigo Jorge Henrique.
- Estou bem, Capô, mas você, além de não ter sorte, é pé-frio - respondeu. Leia mais

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Bem vindo à selva

Violência contra índios isolados
Os índios isolados da fronteira Brasil-Peru estão sendo vítimas de madeireiros ilegais que incendeiam suas malocas, os perseguem, capturam e assassinam. Leia mais

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Perco a pochete, mas não perco a piada

Levei uma baita pisa na noite de sexta-feira passada. Depois de alguns murros e pontapés, arrancaram minha velha pochete que segurava minhas calças na cintura e carregava documentos e o bom pré-pago da Claro.
A violência enfim me alcançou. Não deu tempo nem para me mexer. Os caras não foram nem capazes de pedir com educação, pois, sabe lá, não teriam recebido tudo de bom grado?
Mas com bandido a coisa é na base da porrada. E, na ligeireza de um "epa!", o tabefe comeu no centro.
Rapaz foi tanta bofetada, beliscão, puxão de cabelo, dedada no olho, que não tive nem tempo para saber d’onde vinha a saraivada de peia. Só sei mesmo é que com tanta bordoada, estatelei no meio-fio.
Olhava para cima e lá vinha a coturnada nos meus baguinhos. Ainda reagi feito um idiota tascando minha cara no bico da bota 48 de um deles.
Procurei o rumo da ajuda, mas alguns transeuntes ainda diziam:
- Cabra "senvergõe. Bem feito pra tu, bebo safado.
É claro que a maioria da população de Rio Branco é gente boa e uma boa alma se compadeceu e chamou uma patrulha da PM, cujos policiais foram altamente profissionais e atenciosos para comigo.
Como cartunista e contador de anedotas, perco o nariz e os trambelhos que estavam na pochete, mas não perco a piada.
É por isso que escrevo esse depoimento, mais para fazer rir do que para denunciar a falta de segurança na minha querida cidade.
Mas tenho fé em Deus que isso vai acabar na "pacata" Rio Branco, afinal, daqui a dois anos, o Acre será o melhor lugar pra se viver, né não?

Quebrado


- Na noite da última sexta-feira fui assaltado nas proximidades do restaurante O Paço, algo totalmente corriqueiro naquele ponto turístico de Rio Branco. Ironicamente, encontrava-me, um pouco antes, com o amigo jornalista Edvaldo Souza, apresentador do programa Gazeta Alerta, que aborda e mostra a insuficiência de segurança, principalmente na capital do Estado do Acre. Escrevo agora com muita dificuldade porque a violência resultou no meu nariz quebrado, na minha mão direita luxada e em diversas escoriações, além de ter perdido a minha velha pochete com todas as coisas dentro. Também foram-se meus óculos, o que torna complicado datilografar essa mensagem. Mas a finalidade desta mensagem é para comunicar o meu número residencial (3226-4616), pois também perdi o celular".

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Fazendo hora

Deputado de Rondônia, Tiziu Jidalias (PMDB-RO) quer igualar o horário de seu estado ao de Brasília. Lá também a pressão é feita pela Mãe do Big Brother Brasil. Mais no Blog do Altino